Kate Gilnagh a garota perdida do Titanic

Historia incríveis sobre o Titanic não são poucas mas uma delas é o caso de Katerine Gilnagh, uma sobrevivente do Titanic que descobriu sobre a tragédia poucos minutos antes do navio afundar por completo no Atlantico Norte.

Katerine Gilnagh nasceu em Rhyne, Cloonee, Co Longford, na Irlanda, em 30 de outubro de 1894, nascida em uma família católica, ela foi a segunda filha do fazendeiro Hugh Gilnagh e Johanna Duffy.

Sua irmã Mary ja se encontrava nos Estados Unidos, ela deixando a Irlanda a bordo de Laurentic em 9 de abril de 1911, Mary morava e trabalhava em Manhattan e logo mandou Kate se juntar a ela.

Kate embarcou no Titanic em Queenstown em 11 de abril de 1912 como passageiro de terceira classe, acomodou-se na cabine 161, formou um grupo de amigas, com outras três garotas de Longford, Katie Mullin e as irmãs Murphy, Margaret e Kate.

No momento do naufrágio um homem o qual elas estavam familiarizadas bateu em sua porta falando que algo estava errado com o navio e pediu que elas fossem para a área dos botes, ao tentar passar por uma barreira, um tripulante a interrompeu, mas ocorreu a intervenção de um passageiro chamado James Farrell, que ameaçou o agressor com um soco se ele não deixasse as mulheres passarem. Por salvar sua vida e ela mais tarde se referiu a Farrell como seu anjo da guarda.

Ao chegar no convés dos botes Kate não conseguiu chegar ao bote por causa da multidão, um homem por perto ofereceu-lhe um elevador nos ombros, que ela aceitou de imediato, assim  ela conseguiu subir o corrimão até o convés do bote, ela tentou entrar, mas um tripulante novamente a impediu, dizendo que estava cheio, neste momento ela falou falsamente com um voz de choro que sua irmã estava no bote, desta forma ela conseguiu entrar no bote.

Anos mais tarde, Kate contou que não tinha a menor ideia da magnitude do desastre que se desenrolava, ao ponto de que ela pensou que tudo aquilo fosse algum tipo de experiência envolvida na viagem, e que essa era a forma como todo mundo chegava à América.

Kate reencontrou sua irmã e foi registada como empregada domestica em sua chegada, sua vida decorreu tranquilamente e seu falecimento foi em 1 de março de 1971.

Agradecimento a nossa grande amiga Natalia Rose por trazer essa historia rica e incrível para a comunidade do Titanic Brasil.

Luiz Dalanezi

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